Novidades

Início > Novidades > Infográfico: Retificadora x Inversora, A Batalha Final da Soldagem

Infográfico: Retificadora x Inversora, A Batalha Final da Soldagem

  • Minas Gerais mg Extrema ver
  • Minas Gerais mg Poços de Caldas ver
  • Minas Gerais mg Pouso Alegre ver
  • São Paulo sp Atibaia ver
  • São Paulo sp Campinas ver
  • São Paulo sp Itatiba ver
  • São Paulo sp Jundiai ver
  • São Paulo sp Limeira ver
  • São Paulo sp Mogi Guaçu ver
  • São Paulo sp Paulinia ver
  • São Paulo sp Piracicaba ver
  • São Paulo sp São Paulo ver
  • São Paulo sp Sorocaba ver
Se você trabalha na área de soldagem, provavelmente já viu e até já trabalhou com as retificadoras e também com as inversoras de solda. As diferenças entre elas são tão grandes que nos causam dúvidas: será que as inversoras, tão pequenas, realmente possuem o mesmo desempenho das retificadoras?

A Tecnologia das Retificadoras de Soldagem

Em um sistema de soldagem, as fontes possuem um papel fundamental: são elas que vão gerar uma corrente de energia constante. Antigamente a solda era realizada exclusivamente de forma manual e, mesmo hoje, ainda são poucas as empresas que automatizaram seus processos.
 
Estre trabalho “manual” exige uma grande destreza do operador para realizar um serviço de qualidade e, quanto mais constante for a energia fornecida ao arco, mais chances de executar um bom trabalho.
 
Esta é, possivelmente, uma das características que estão tornando as retificadoras obsoletas: o controle dos parâmetros oscila bastante e não é tão preciso.
 
As retificadoras foram criadas há décadas atrás e, durante muito tempo, foram a melhor opção existente no mercado, pois atendiam às necessidades das indústrias. Hoje, porém, seu grande tamanho e peso de centenas de quilos dificulta a mobilidade e o armazenamento, desvantagens em uma indústria que precisa automatizar cada vez mais seus processos.
 
Como diz o ditado, 'tempo é dinheiro' - o que faz com que as retificadoras acabem gerando mais custos para a empresa, por necessitar de um ou mais colaboradores para transportá-las e guardá-las.
 
Falando em custos, outra desvantagem (talvez a maior de todas): a tecnologia antiga das retificadoras exige um alto consumo elétrico, fazendo com que a conta de energia atinja patamares exorbitantes no fim do mês.

Novos Tempos: as Inversoras de Solda

Com o avanço das tecnologias e um mercado cada vez mais exigente em termos de aumento da produtividade e redução de custos, foi natural desenvolver uma nova linha de equipamentos de alto desempenho e baixo consumo, transformando as retificadoras em máquinas obsoletas.
 
As inversoras foram um grande impacto na indústria de soldagem mundial, conquistando muitos adeptos em um curto período. No Brasil, embora ainda existam organizações reticentes à adoção de novas tecnologias, elas encontraram uma excelente aceitação. 
 
As inversoras de solda são leves e compactas, favorecendo sua portabilidade dentro da fábrica e no campo. A máquina Miller CST 280, por exemplo, pesa apenas 18kg e mede 19 x 34 x 45cm, fazendo com que um funcionário consiga carregar tranquilamente dois equipamentos, deslocando-os de maneira fácil e rápida.
 
Fazer uma comparação em relação ao consumo é inevitável. As inversoras consomem até 50% menos energia que as retificadoras, trazendo grande economia para a organização. Em muitos casos, é possível observar como a aquisição de inversoras é um investimento que se "auto-paga" em poucos meses, por conta da economia propriciada.
 
Além destes benefícios, as inversoras recebem cada vez mais funções que visam melhorar a experiência de solda do operador, fazendo com que esmo os soldadores iniciantes podem realizar trabalhos rápidos e de qualidade.

Confira nosso ingráfico com uma comparação entre retificadoras e inversoras de solda

infografico inversora x retificadora