Novidades

Início > Novidades > Automatização da soldagem a eletrodo tubular

Automatização da soldagem a eletrodo tubular

  • Minas Gerais mg Extrema ver
  • Minas Gerais mg Poços de Caldas ver
  • Minas Gerais mg Pouso Alegre ver
  • São Paulo sp Atibaia ver
  • São Paulo sp Campinas ver
  • São Paulo sp Itatiba ver
  • São Paulo sp Jundiai ver
  • São Paulo sp Limeira ver
  • São Paulo sp Mogi Guaçu ver
  • São Paulo sp Paulinia ver
  • São Paulo sp Piracicaba ver
  • São Paulo sp São Paulo ver
  • São Paulo sp Sorocaba ver
A soldagem por eletrodo é um processo que oferece um bom acabamento, boas características de arco, um número reduzido de respingos e a possibilidade de ser utilizado em diversas posições. Graças à sua versatilidade e o fato de poder ser utilizado em todo tipo de ambiente, inclusive os considerados “hostis”, como embaixo dágua, em estaleiros navais e locais de difícil acesso, que ganhou campo e passou a ser amplamente utilizado. A soldagem por eletrodo é um processo de soldagem por fusão no qual o calor necessário para a união das partes a serem soldadas é fornecido por um arco elétrico que se estabelece entre a peça em questão e um arame. 
 

E como funciona a automatização?

Dentre todas essas características que o processo possui, uma variante importante é a sua possibilidade de automatização, que permite o aumento da velocidade de soldagem, e, consequentemente a sua produtividade. Para a automatização, deve ser utilizado um arame tubular de característica plana, que é aquele que possui tensão constante, bem como autorregulação (para manutenção dos valores de tensão e velocidade de alimentação de arame inicialmente selecionados). Assim se tem uma corrente de soldagem contínua que permite a automatização. 
 
Outro ponto a se observar, especialmente quando falamos de automatização, é quanto à tensão do arco, vez que esta está diretamente relacionada ao seu comprimento e também ao acabamento da solda. Quando usamos arcos muito longos há uma maior produção de respingos bem como de irregularidades na morfologia do cordão. Já quando usamos arcos curtos, há uma diminuição na tensão superficial do banho o que permite cordões convexos de pouca penetração e com menos respingos.